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 Estilo - Jiu Jitsu

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MensagemAssunto: Estilo - Jiu Jitsu   Sab Ago 27, 2011 4:49 pm














A História do Jiu-Jitsu





Origem do Jiu-Jitsu





A origem do Jiu-Jitsu se perde na noite dos tempos, acredita-se que no primeiro ataque ou defesa de um ser humano – onde estaria caracterizada - “A luta em si”.





Evidentemente o instinto de ataque e defesa está latente no homem. A coordenação desta agressividade, sua estilização e o respeito às “Leis da Natureza”, resultaram na criação das Artes Marciais, dando luz à uma ciência e estudos fundamentados na eficiência destes. Das Artes Marciais, o Jiu-Jitsu é uma das mais sutis, considerando que o estudo da anatomia humana e seus pontos frágeis, o uso de alavancas, o princípio da física e flexibilidade harmonizados com a mente, resultam numa das mais requintadas artes. O Jiu-Jitsu tem como princípio básico utilizar o mínimo de força. Para um bom resultado, aproveita-se a força e fraqueza adversária. Selecione abaixo um país, para conhecer um pouco mais sobre a história do Jiu-Jitsu.











Índia





Segundo os antigos e o conhecimento verbal, esta arte (Jiu-Jitsu), teria se iniciado na antiga Índia. Em especial pelos monges. Segundo os princípios religiosos os monges não podiam usar de agressividade e sim desvencilhar de um súbito ataque ou mesmo imobilizar o assaltante em suas peregrinações pelo mundo afora.











China





A China por sua vez caracterizou o Jiu-Jitsu como prática bélica, pois esta civilização desenvolveu um grande número de estilos de artes marciais. O Jiu-Jitsu era praticado com um kimono curto de mãos livres, além da luta corporal, tinha grande importância no desarmamento.Sua prática chega ao auge na época dos “Reinos Combatentes” e da unificação da China por “Chin Shih Huang Ti".








Japão





O Jiu-Jitsu chega ao Japão no séc. II depois de Cristo, vinda da China. Muitas foram as correntes que transmitiram esta arte ao país do "Sol Nascente", existindo inclusive, inúmeras lendas nipônicas relacionadas à criação desta arte marcial. A história registrada em 1.600, afirma que um monge chinês "Chen Gen Pin" teria ensinado a três samurais, cada qual recebendo uma especialização, sendo a Atemi, baseada em torções e projeções. E estas foram difundidas em todo o Japão, em alguns casos se fundindo com outras escolas de Jiu-Jitsu. No Japão feudal utilizaram-se inúmeros nomes relacionados ao Jiu-Jitsu, alguns se divergindo em fundamentos técnicos, enquanto outros eram extremamente semelhantes: Aikijitsu, Tai Jitsu, Yawara, Kempô, e mesmo o termo Jiu-Jitsu se dividia entre estilos como: Kito Ryu, Shito Ryu, Tejin e outros. É nesta época, onde a forte divisão da classe social japonesa enaltecia a nobreza dos Samurais, que o Jiu-Jitsu se desenvolveu a fundo. Os pequenos nipônicos aperfeiçoam a arte de lutar, podendo decidir a vida ou a morte de um guerreiro em disputa. Era então o Jiu-Jitsu, uma prática obrigatória aos jovens que futuramente seriam "Samurais" ao lado da esgrima, literatura, pintura, cavalaria e outros.









Brasil





O Jiu-Jitsu chega ao Brasil junto com a imigração japonesa em 1908 - pelo porto de Santos - com o navio Kasato-Maru. Nesta época os japoneses foram atraídos pelas favoráveis condições de plantio e suposto enriquecimento fácil (como pregavam anúncios no Japão com o intuito de atrair imigrantes ao Brasil). Muitos agricultores vieram, entre eles, muitos conhecedores, praticantes e até mestres de Jiu-Jitsu. Os treinos eram reservados à Colônia. Somente em 1913 com a vinda de Mitsuyo Maeda. O “Conde Koma” é que esta arte se torna conhecida no Brasil. Maeda percorreu o Brasil em inúmeros desafios que que atraíam o público. Foi diversas vezes entrevistado pela revista “O Cruzeiro” e outras do gênero. Para difundir ainda mais a arte, escreve o livro “A Arte do Jyudo“ - Cultura Japonesa- (editora escolar em 1925). É importante ressaltar que Maeda introduziu no Brasil o Jiu-Jitsu e o Judô, pois “Koma” foi um dos mais renomados lutadores da “KODOKAN”. Não existia na época uma distinção clara entre as duas lutas, sendo assim, “Maeda praticamente ensinava o jiu-jitsu, pois o judô permanecia num conjunto de regras esportivas - visando uma prática mundial - segundo seu criador “Jigoro Kano”. Mitsuyo Maeda se instala em Belém do Pará, abre uma academia e entre seus diversos alunos como: Samuel Pinto, Antonio Ferro, Nilo Peçanha, La Rocke, Teixeira Lemos onde se destaca o “pequeno” Carlos Gracie. Maeda falece em 1946, vítima de uremia e no anonimato.





Carlos Gracie, que fora treinado por Mitsuo Maeda passa pôr Minas Gerais e, em Belo Horizonte ministra algumas aulas num hotel da região. Em seguida vem para São Paulo e no bairro das Perdizes monta uma academia. Sem o sucesso desejado, se instala no Rio de Janeiro e na Capital começa a ensinar, e também a seus irmãos: George, Gastão, Hélio e Oswaldo. Hélio Gracie passa a ser o grande nome e difusor do Jiu-Jitsu. Já instalado no Rio, forma inúmeros discípulos. George Gracie foi um desbravador, viajou por todo o Brasil, no entanto, estimulou muito o Jiu-Jitsu em São Paulo, tendo como alunos: Otávio de Almeida, Nahum Rabay, Candoca, Osvaldo Carnivalle , Romeu Bertho e muitos outros. Alguns continuam na ativa. No Rio de Janeiro mais especificadamente na zona oeste, o mestre “Fada” foi notoriamente um dos baluartes do Jiu-Jitsu, tendo grande número de formados. Enquanto isso, na mesma época de Mitsuo Maeda, outros japoneses continuaram difundindo o Jiu-Jitsu. “Geo Omori” por exemplo, aceitava desafios no picadeiro do circo “queirolhos” e foi ele também quem fundou a primeira Academia do Brasil, em São Paulo no Frontão do Braz na Rua Rangel Pestana , no ano de 1925 ( Segundo o historiador Inezil Penna). Os irmãos Ono chegaram ao Brasil na década de 30, tendo sido discípulos de um renomado mestre de Jiu-Jitsu do Japão. Aqui no Brasil formaram muitos alunos, mas acabaram por adotar a prática do judô. Takeo Yuano muito conceituado por sua exímia técnica, viajou por todo o Brasil e ensinou Jiu-Jitsu em cidades como São Paulo e outras, principalmente em Minas Gerais, onde lecionou e até estimulou a criação da federação local.











Rio de Janeiro





Conhecida como a “Meca” do Jiu-Jitsu, por ter concentrado praticamente toda a Família Gracie. Os grandes nomes da família Gracie depois de Hélio foram: Carlson e Rolls Gracie. Atualmente Rickson Gracie é reconhecido como o melhor lutador do mundo! A primeira organização do Brasil foi a fundação da Federação Carioca, formada por Hélio e continuada por Robson Gracie. Atualmente existem a Confederação Brasileira e Mundial, comandadas por Carlos Gracie Júnior. Existem inúmeros professores que não pertecem a família Gracie e executam extraordinário trabalho, tais como: Equipe Nova União, Alliance, Dojô, Bustamante na Zona Oeste e Norte, que apresentam inúmeras academias em todo o Estado.











São Paulo





O Mestre Octávio, impulsiona o desenvolvimento local do Esporte, criando junto à Federação Paulista de Pugilismo, o Departamento de Jiu-Jitsu. Desta época até os anos 80, destacavam-se os seguintes Professores: Pedro Hemetério, Oswaldo Carnivalle, Gastão Gracie, Nahum Rabay, Orlando Saraiva, Romeu Bertho e Candoca. Com o falecimento do Mestre Octávio em 1983, o Jiu-Jitsu paulista entra em franca decadência. Em 1989 o Professor Moisés Muradi retoma os eventos com abrangência Estadual, dinamizando novamente o esporte, e em dedicação e homenagem ao antigo mestre Octávio, Moisés cria em 1991 a Federação Paulista de Jiu-Jitsu, que alcança grande sucesso, sendo considerada na época como a Segunda Potência depois do Rio de Janeiro. Em 1993 acaba o mandato de Muradi, época em que o Jiu-Jitsu se tornou alvo da mídia e o lutador Royce Gracie vencia um dos primeiros “Ultimate Fight”. Com a propaganda explícita, muitos praticantes faixas pretas que nunca se preocuparam em lecionar, passaram a dar aulas, devido ao “Pool” da Publicidade iniciada por Royce. Entre as inúmeras equipes se destacam a Lótus / Equilíbrio que foi consecutivamente Penta-Campeã Paulista (93, 94, 95, 96 e 97) 7a, Cia. Athlética, Alliance, Saraiva, Gracie, e outras... Em 1997 tendo propósitos e ideologia em prol do esporte, o Professor Moisés Muradi juntamente com os professores Orlando Saraiva, Waldomiro Perez Jr., Raul Vieira e Souza, Maximiliano Trombini, Rick Kowarick Givanildo Santana - Eduardo leitão - Franco Penteado - Gilberto Cardoso - Edmilson Alves, Nilson Liboni, Paulo Theodoro, e outros, decidiu fundar a FESP (Federação do Estado de São Paulo de Brazilian Jiu-Jitsu).














Regras do Jiu-Jitsu





Mudanças para o ano de 2003





1- Após a mesa apitar o término da luta, o árbitro poderá dar uma vantagem para o atleta que estiver em posição que vale ponto e este não tenha sido dado ainda; ou no caso de uma posição de finalização que estiver encaixada.





2- Para as lutas finais, o descanso será no máximo duas vezes o tempo de luta da sua categoria de graduação, se requerido por um dos atletas.





3- Não será permitida a aplicação da queda KANI-BASABE (tesoura), em todas as categorias.





4- A pesagem oficial será somente um vez, não podendo o atleta sair e voltar para a balança.





5- No caso de, em uma categoria, somente foram inscritos dois atletas e um deles não comparecer na área de luta, este não poderá ser premiado como vice-campeão, pois é W.O.





6- Passa a existir uma sinalização para os árbitros para a palavra "PARE". Sinalização esta que é a abertura dos dois braços na linha dos ombros.





7- O tempo de luta para a faixa branca adulto é de 5 minutos.











REGULAMENTO DO JIU-JITSU DESPORTIVO 2002





O jiu-jitsu é a arte marcial mais antiga, perfeita, completa e eficiente de Defesa Pessoal. Sua origem apesar de contraditória é atribuída a China depois Índia, Japão e Brasil, onde se desenvolveu, aprimorou e tornou-se o centro mundial desta preciosa arte.





O jiu-jitsu desportivo é a parte competitiva, onde os atletas exibirão suas habilidades técnicas, físicas e psicológicas com o objetivo de alcançar a vitória sobre seus adversários.





Os golpes válidos são aqueles que procuram neutralizar, imobilizar, estrangular, pressionar, torcer articulações, como também lançar seu adversário ao solo através de quedas enquanto os golpes não válidos, considerados desleais, como morder, puxar cabelo, enfiar os dedos nos olhos, atingir os órgãos genitais, torcer dedos ou qualquer outro processo tendente a traumatizar com o uso das mãos, cotovelos, cabeça, joelhos e pés.





As competições são o marco do esporte, é o momento mais importante para os atletas, técnicos-professores e para todos aqueles que estão envolvidos direta ou indiretamente, não cabendo pôr tanto, a vitória a qualquer custo, ao contrário o fair play deve ser o principal norteador. O comportamento ético é o que dará ao esporte credibilidade e segurança, fatores indispensáveis ao nosso esporte, pois, pôr isso só, já conquistamos o espaço na sociedade, em seus aspectos de eficiência e de eficácia, tornando-o o esporte espetáculo.





Assim sendo, para se almejar a participar do maior espetáculo do mundo, que é as Olimpíadas, devemos estar imbuídos deste objetivo, tornando o jiu-jitsu desportivo a nossa meta.





O regulamento é a carta magna do esporte, nesta consta os direitos e deveres, de todos aqueles envolvidos, como atletas, técnicos-professores, dirigentes, e até mesmo o público assistente. Pois teremos a responsabilidade de cumprir e fazer cumprir este regulamento, pois, só assim, poderemos conquistar os nossos objetivos.










ÁREA DE COMPETIÇÃO:





É toda a área que componha o palco da competição, que poderá ser composta de 2 ou mais áreas de lutas, com todo pessoal de apoio: direção dos trabalhos, arbitragem, cronometristas, fiscais, segurança e um departamento disciplinar convocado pela diretoria que atuará no julgamento no decorrer do evento, com poderes de punir qualquer conduta antiesportista ou ética de técnicos-professores, atletas, árbitros e de qualquer assistente que se mantenha no recinto da competição que esteja atrapalhando o bom andamento do evento em questão.











ÁREA DE LUTAS:





Cada área (ringue) será composta de no mínimo 32 tatames, perfazendo um total no mínimo de 51,84 m2, assim dividida: Área interna, (Área de Combate) composta de no mínimo 18 tatames de cor verde. Área de Segurança, composta de no mínimo 14 tatames de cor amarelo, vermelho ou qualquer cor diferente do verde.