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 Estilo - Jiu Jitsu

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MensagemAssunto: Estilo - Jiu Jitsu   Sab Ago 27, 2011 4:49 pm














A História do Jiu-Jitsu





Origem do Jiu-Jitsu





A origem do Jiu-Jitsu se perde na noite dos tempos, acredita-se que no primeiro ataque ou defesa de um ser humano – onde estaria caracterizada - “A luta em si”.





Evidentemente o instinto de ataque e defesa está latente no homem. A coordenação desta agressividade, sua estilização e o respeito às “Leis da Natureza”, resultaram na criação das Artes Marciais, dando luz à uma ciência e estudos fundamentados na eficiência destes. Das Artes Marciais, o Jiu-Jitsu é uma das mais sutis, considerando que o estudo da anatomia humana e seus pontos frágeis, o uso de alavancas, o princípio da física e flexibilidade harmonizados com a mente, resultam numa das mais requintadas artes. O Jiu-Jitsu tem como princípio básico utilizar o mínimo de força. Para um bom resultado, aproveita-se a força e fraqueza adversária. Selecione abaixo um país, para conhecer um pouco mais sobre a história do Jiu-Jitsu.











Índia





Segundo os antigos e o conhecimento verbal, esta arte (Jiu-Jitsu), teria se iniciado na antiga Índia. Em especial pelos monges. Segundo os princípios religiosos os monges não podiam usar de agressividade e sim desvencilhar de um súbito ataque ou mesmo imobilizar o assaltante em suas peregrinações pelo mundo afora.











China





A China por sua vez caracterizou o Jiu-Jitsu como prática bélica, pois esta civilização desenvolveu um grande número de estilos de artes marciais. O Jiu-Jitsu era praticado com um kimono curto de mãos livres, além da luta corporal, tinha grande importância no desarmamento.Sua prática chega ao auge na época dos “Reinos Combatentes” e da unificação da China por “Chin Shih Huang Ti".








Japão





O Jiu-Jitsu chega ao Japão no séc. II depois de Cristo, vinda da China. Muitas foram as correntes que transmitiram esta arte ao país do "Sol Nascente", existindo inclusive, inúmeras lendas nipônicas relacionadas à criação desta arte marcial. A história registrada em 1.600, afirma que um monge chinês "Chen Gen Pin" teria ensinado a três samurais, cada qual recebendo uma especialização, sendo a Atemi, baseada em torções e projeções. E estas foram difundidas em todo o Japão, em alguns casos se fundindo com outras escolas de Jiu-Jitsu. No Japão feudal utilizaram-se inúmeros nomes relacionados ao Jiu-Jitsu, alguns se divergindo em fundamentos técnicos, enquanto outros eram extremamente semelhantes: Aikijitsu, Tai Jitsu, Yawara, Kempô, e mesmo o termo Jiu-Jitsu se dividia entre estilos como: Kito Ryu, Shito Ryu, Tejin e outros. É nesta época, onde a forte divisão da classe social japonesa enaltecia a nobreza dos Samurais, que o Jiu-Jitsu se desenvolveu a fundo. Os pequenos nipônicos aperfeiçoam a arte de lutar, podendo decidir a vida ou a morte de um guerreiro em disputa. Era então o Jiu-Jitsu, uma prática obrigatória aos jovens que futuramente seriam "Samurais" ao lado da esgrima, literatura, pintura, cavalaria e outros.









Brasil





O Jiu-Jitsu chega ao Brasil junto com a imigração japonesa em 1908 - pelo porto de Santos - com o navio Kasato-Maru. Nesta época os japoneses foram atraídos pelas favoráveis condições de plantio e suposto enriquecimento fácil (como pregavam anúncios no Japão com o intuito de atrair imigrantes ao Brasil). Muitos agricultores vieram, entre eles, muitos conhecedores, praticantes e até mestres de Jiu-Jitsu. Os treinos eram reservados à Colônia. Somente em 1913 com a vinda de Mitsuyo Maeda. O “Conde Koma” é que esta arte se torna conhecida no Brasil. Maeda percorreu o Brasil em inúmeros desafios que que atraíam o público. Foi diversas vezes entrevistado pela revista “O Cruzeiro” e outras do gênero. Para difundir ainda mais a arte, escreve o livro “A Arte do Jyudo“ - Cultura Japonesa- (editora escolar em 1925). É importante ressaltar que Maeda introduziu no Brasil o Jiu-Jitsu e o Judô, pois “Koma” foi um dos mais renomados lutadores da “KODOKAN”. Não existia na época uma distinção clara entre as duas lutas, sendo assim, “Maeda praticamente ensinava o jiu-jitsu, pois o judô permanecia num conjunto de regras esportivas - visando uma prática mundial - segundo seu criador “Jigoro Kano”. Mitsuyo Maeda se instala em Belém do Pará, abre uma academia e entre seus diversos alunos como: Samuel Pinto, Antonio Ferro, Nilo Peçanha, La Rocke, Teixeira Lemos onde se destaca o “pequeno” Carlos Gracie. Maeda falece em 1946, vítima de uremia e no anonimato.





Carlos Gracie, que fora treinado por Mitsuo Maeda passa pôr Minas Gerais e, em Belo Horizonte ministra algumas aulas num hotel da região. Em seguida vem para São Paulo e no bairro das Perdizes monta uma academia. Sem o sucesso desejado, se instala no Rio de Janeiro e na Capital começa a ensinar, e também a seus irmãos: George, Gastão, Hélio e Oswaldo. Hélio Gracie passa a ser o grande nome e difusor do Jiu-Jitsu. Já instalado no Rio, forma inúmeros discípulos. George Gracie foi um desbravador, viajou por todo o Brasil, no entanto, estimulou muito o Jiu-Jitsu em São Paulo, tendo como alunos: Otávio de Almeida, Nahum Rabay, Candoca, Osvaldo Carnivalle , Romeu Bertho e muitos outros. Alguns continuam na ativa. No Rio de Janeiro mais especificadamente na zona oeste, o mestre “Fada” foi notoriamente um dos baluartes do Jiu-Jitsu, tendo grande número de formados. Enquanto isso, na mesma época de Mitsuo Maeda, outros japoneses continuaram difundindo o Jiu-Jitsu. “Geo Omori” por exemplo, aceitava desafios no picadeiro do circo “queirolhos” e foi ele também quem fundou a primeira Academia do Brasil, em São Paulo no Frontão do Braz na Rua Rangel Pestana , no ano de 1925 ( Segundo o historiador Inezil Penna). Os irmãos Ono chegaram ao Brasil na década de 30, tendo sido discípulos de um renomado mestre de Jiu-Jitsu do Japão. Aqui no Brasil formaram muitos alunos, mas acabaram por adotar a prática do judô. Takeo Yuano muito conceituado por sua exímia técnica, viajou por todo o Brasil e ensinou Jiu-Jitsu em cidades como São Paulo e outras, principalmente em Minas Gerais, onde lecionou e até estimulou a criação da federação local.











Rio de Janeiro





Conhecida como a “Meca” do Jiu-Jitsu, por ter concentrado praticamente toda a Família Gracie. Os grandes nomes da família Gracie depois de Hélio foram: Carlson e Rolls Gracie. Atualmente Rickson Gracie é reconhecido como o melhor lutador do mundo! A primeira organização do Brasil foi a fundação da Federação Carioca, formada por Hélio e continuada por Robson Gracie. Atualmente existem a Confederação Brasileira e Mundial, comandadas por Carlos Gracie Júnior. Existem inúmeros professores que não pertecem a família Gracie e executam extraordinário trabalho, tais como: Equipe Nova União, Alliance, Dojô, Bustamante na Zona Oeste e Norte, que apresentam inúmeras academias em todo o Estado.











São Paulo





O Mestre Octávio, impulsiona o desenvolvimento local do Esporte, criando junto à Federação Paulista de Pugilismo, o Departamento de Jiu-Jitsu. Desta época até os anos 80, destacavam-se os seguintes Professores: Pedro Hemetério, Oswaldo Carnivalle, Gastão Gracie, Nahum Rabay, Orlando Saraiva, Romeu Bertho e Candoca. Com o falecimento do Mestre Octávio em 1983, o Jiu-Jitsu paulista entra em franca decadência. Em 1989 o Professor Moisés Muradi retoma os eventos com abrangência Estadual, dinamizando novamente o esporte, e em dedicação e homenagem ao antigo mestre Octávio, Moisés cria em 1991 a Federação Paulista de Jiu-Jitsu, que alcança grande sucesso, sendo considerada na época como a Segunda Potência depois do Rio de Janeiro. Em 1993 acaba o mandato de Muradi, época em que o Jiu-Jitsu se tornou alvo da mídia e o lutador Royce Gracie vencia um dos primeiros “Ultimate Fight”. Com a propaganda explícita, muitos praticantes faixas pretas que nunca se preocuparam em lecionar, passaram a dar aulas, devido ao “Pool” da Publicidade iniciada por Royce. Entre as inúmeras equipes se destacam a Lótus / Equilíbrio que foi consecutivamente Penta-Campeã Paulista (93, 94, 95, 96 e 97) 7a, Cia. Athlética, Alliance, Saraiva, Gracie, e outras... Em 1997 tendo propósitos e ideologia em prol do esporte, o Professor Moisés Muradi juntamente com os professores Orlando Saraiva, Waldomiro Perez Jr., Raul Vieira e Souza, Maximiliano Trombini, Rick Kowarick Givanildo Santana - Eduardo leitão - Franco Penteado - Gilberto Cardoso - Edmilson Alves, Nilson Liboni, Paulo Theodoro, e outros, decidiu fundar a FESP (Federação do Estado de São Paulo de Brazilian Jiu-Jitsu).














Regras do Jiu-Jitsu





Mudanças para o ano de 2003





1- Após a mesa apitar o término da luta, o árbitro poderá dar uma vantagem para o atleta que estiver em posição que vale ponto e este não tenha sido dado ainda; ou no caso de uma posição de finalização que estiver encaixada.





2- Para as lutas finais, o descanso será no máximo duas vezes o tempo de luta da sua categoria de graduação, se requerido por um dos atletas.





3- Não será permitida a aplicação da queda KANI-BASABE (tesoura), em todas as categorias.





4- A pesagem oficial será somente um vez, não podendo o atleta sair e voltar para a balança.





5- No caso de, em uma categoria, somente foram inscritos dois atletas e um deles não comparecer na área de luta, este não poderá ser premiado como vice-campeão, pois é W.O.





6- Passa a existir uma sinalização para os árbitros para a palavra "PARE". Sinalização esta que é a abertura dos dois braços na linha dos ombros.





7- O tempo de luta para a faixa branca adulto é de 5 minutos.











REGULAMENTO DO JIU-JITSU DESPORTIVO 2002





O jiu-jitsu é a arte marcial mais antiga, perfeita, completa e eficiente de Defesa Pessoal. Sua origem apesar de contraditória é atribuída a China depois Índia, Japão e Brasil, onde se desenvolveu, aprimorou e tornou-se o centro mundial desta preciosa arte.





O jiu-jitsu desportivo é a parte competitiva, onde os atletas exibirão suas habilidades técnicas, físicas e psicológicas com o objetivo de alcançar a vitória sobre seus adversários.





Os golpes válidos são aqueles que procuram neutralizar, imobilizar, estrangular, pressionar, torcer articulações, como também lançar seu adversário ao solo através de quedas enquanto os golpes não válidos, considerados desleais, como morder, puxar cabelo, enfiar os dedos nos olhos, atingir os órgãos genitais, torcer dedos ou qualquer outro processo tendente a traumatizar com o uso das mãos, cotovelos, cabeça, joelhos e pés.





As competições são o marco do esporte, é o momento mais importante para os atletas, técnicos-professores e para todos aqueles que estão envolvidos direta ou indiretamente, não cabendo pôr tanto, a vitória a qualquer custo, ao contrário o fair play deve ser o principal norteador. O comportamento ético é o que dará ao esporte credibilidade e segurança, fatores indispensáveis ao nosso esporte, pois, pôr isso só, já conquistamos o espaço na sociedade, em seus aspectos de eficiência e de eficácia, tornando-o o esporte espetáculo.





Assim sendo, para se almejar a participar do maior espetáculo do mundo, que é as Olimpíadas, devemos estar imbuídos deste objetivo, tornando o jiu-jitsu desportivo a nossa meta.





O regulamento é a carta magna do esporte, nesta consta os direitos e deveres, de todos aqueles envolvidos, como atletas, técnicos-professores, dirigentes, e até mesmo o público assistente. Pois teremos a responsabilidade de cumprir e fazer cumprir este regulamento, pois, só assim, poderemos conquistar os nossos objetivos.










ÁREA DE COMPETIÇÃO:





É toda a área que componha o palco da competição, que poderá ser composta de 2 ou mais áreas de lutas, com todo pessoal de apoio: direção dos trabalhos, arbitragem, cronometristas, fiscais, segurança e um departamento disciplinar convocado pela diretoria que atuará no julgamento no decorrer do evento, com poderes de punir qualquer conduta antiesportista ou ética de técnicos-professores, atletas, árbitros e de qualquer assistente que se mantenha no recinto da competição que esteja atrapalhando o bom andamento do evento em questão.











ÁREA DE LUTAS:





Cada área (ringue) será composta de no mínimo 32 tatames, perfazendo um total no mínimo de 51,84 m2, assim dividida: Área interna, (Área de Combate) composta de no mínimo 18 tatames de cor verde. Área de Segurança, composta de no mínimo 14 tatames de cor amarelo, vermelho ou qualquer cor diferente do verde.































MESA DIRETORA:





Será a mesa de direção dos trabalhos da competição, onde ficará somente o locutor controlador das chaves e autoridades competentes; ficará ela, localizada à frente do ringue, devendo tanto quanto possível, ser uma mesa para cada área de luta. Paralelamente à mesa diretora ficarão as cadeiras para os Árbitros e Anotadores e somente eles poderão ocupar as essas cadeiras. Ao lado das cadeiras dos árbitros ficará uma mesa, que será ocupada pelo Fiscal da arbitragem. Cabe ao Fiscal da arbitragem fiscalizar o bom andamento da arbitragem, também fiscalizará as credenciais dos atletas da competição.











ARBITRAGEM:





O árbitro central será a autoridade máxima dentro do ringue, não podendo ninguém mudar o seu resultado. Caso o árbitro mostre-se incapacitado de continuar a arbitrar pôr motivos de erros, os Fiscais do evento poderão troca-lo.











POSIÇÃO DOS ÁRBITROS, ANOTADORES, CRONOMETRISTAS E FISCAIS:





Haverá mesas laterais em posição estratégica para o assentamento de toda essa equipe de trabalho.











DECISÃO DAS LUTAS





Não haverá empate, as lutas serão decididas pôr:





I–Desistência


II- Desclassificação


III- Perdas dos sentidos


IV- Pontos


V- vantagens (combatividade)











I- DESISTÊNCIA





Desistência é a superioridade técnica que um dos atletas impõe ao adversário decretando sua derrota. Ela pode ocorrer nas seguintes hipóteses:





1- Ao atleta que dá duas batidas com a palma da mão no adversário, ou no chão, ou em si próprio, de forma manifesta e visível;





2- Ao atleta que estando com as mãos e os braços presos desiste com duas batidas com os pés no chão;





3- Ao atleta estando com as mãos, braços e pernas presas, pedindo ao Árbitro que pare a luta;





4- Ao atleta que se acidentando ou sentindo-se sem condições técnicas ou físicas, desiste pedindo ao Árbitro que pare a luta;





5- Em todas as categorias o Árbitro, verificando um golpe perfeitamente encaixado e na certeza que poderá expor o atleta a sérios danos físicos, interrompe parando a luta e dando vitória a quem deu o golpe;





6- Quando o professor e técnico de um dos atletas, reconhecendo a derrota, pede a sua desistência, dirigindo-se ao Árbitro em voz alta e firme, pedindo para parar a luta ou ainda jogando a toalha na área de luta;





Quando o Árbitro, verificando que um dos atletas acidentando-se ou ainda pôr determinação do médico da competição, ficando comprovada a impossibilidade de continuar a luta ou sangrando sem parar, dá a vitória ao adversário, desde que não tenha havido falta intencional de desclassificação.











II- DESCLASSIFICAÇÃO





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MensagemAssunto: Re: Estilo - Jiu Jitsu   Sab Ago 27, 2011 4:50 pm


FALTAS GRAVES:





1o ) Faltas graves que acarretam desclassificação imediata pelo Árbitro:





a) Proferir palavras obscenas, de baixo calão, ou atitudes acintosas de imoralidade, ou desrespeito à mesa, ao Árbitro ou ao público.





b) Morder, puxar cabelos, golpes nos órgãos genitais, nos olhos, golpes traumáticos (socos, cotoveladas, joelhadas, cabeçadas, pontapé e etc.), aplicar chave de calcanhar ou chave que torça o joelho.





c) Quando o lutador tem seu kimono inutilizado e não o troque no prazo máximo determinado pelo árbitro, a fim de se vitar a interrupção excessiva da luta.





d) É proibido ao atleta iniciar o combate com as unhas grandes, kimono rasgado, descosturado ou sujo, camisa pôr baixo do kimono, ou ainda fora dos padrões exigidos, ou seja, manga apertada, ou curto no comprimento da manga e da saia. Nestes casos terá o atleta um tempo determinado pelo Árbitro para troca-lo, não o fazendo perderá a luta pôr desclassificação imediata.





e) É obrigatório o uso de sunga ou cuecas pôr baixo da calça do kimono, tendo em vista o risco de rasgar ou descosturar a calça, caso ocorra algumas destas hipóteses, o atleta terá um tempo determinado pelo Árbitro para vestir outra calça. Não o fazendo neste prazo, será desclassificado imediatamente.





f) Quando o atleta tendo um golpe encaixado e para evitar bater e assim perder o combate, foge deliberadamente para fora da área de combate. Neste caso será desclassificado imediatamente.





Neste caso específico por ser uma falta técnica e não disciplinar o atleta pode voltar a lutar no caso de chave de 3 ou absoluto.





FALTAS NÃO CONSIDERADAS GRAVES:





2o ) Punição:





Na 1ª advertência o atleta será chamado a atenção,





Na 2ª advertência o atleta recebe a punição com 1 vantagem para o adversário.





Na 3o advertência o atleta recebe a 2ª punição com 2 pontos para o adversário e sucessivamente até a desclassificação.





Após a 3o advertência o Árbitro poderá desclassificar a qualquer outra falta.





a) O atleta só poderá ajoelhar-se quando já estiver segurado no kimono do adversário.





b) Quando o atleta ou ambos os atletas, em pé foge para as extremidades da área de luta, evitando o combate, ou quando na luta de chão, foge arrastando-se para fora do ringue, ou quando na luta de chão, foge do combate ficando em pé evitando luta no chão, ou propositadamente pisa fora da área de luta para ganhar tempo.





c) Quando o atleta foge do combate retirando, ou propiciando a retirada do próprio kimono, a fim de paralisar a luta para descanso ou evitar os ataques do adversário.





d) Quando o atleta segura na boca das mangas com os dedos virados para a parte interior das mangas, ou das calças, ou com as duas mãos na faixa do adversário.





e) Quando o atleta procura evitar o combate (amarrar a luta) segurando seu adversário sem procurar combater ou finalizar a luta, estando na guarda pôr cima ou pôr baixo, nas imobilizações em pé ou em qualquer posição que esteja nítida a falta de combatividade, terá depois de estabilizada a posição 30 segundos marcados à solicitação do Árbitro. Após este tempo, se o atleta não estiver tentado um ataque ou mudado de posição, perderá dois pontos, e a luta se reiniciará em pé, o mesmo ocorrerá na segunda advertência, podendo ser desclassificado na terceira advertência.





f) Obs: Punição c/ perda direta de 2 pontos:





1- Quando o atleta foge deliberadamente do ringue evitando uma raspagem, que o árbitro considere que ia ser concretizada, ou quando o atleta foge do ringue evitando um golpe que ainda não estava encaixado e desta forma não se enquadra no artigo f) de Desclassificação











III – PERDA DOS SENTIDOS





Parágrafo Único: Um dos 2 é derrotado quando perde os sentidos pôr golpes permitidos, como pressão, estrangulamento, quedas, ou em casos de acidentes, em que o adversário não tenha cometido falta intencional de desclassificação.











IV – PONTOS





1o - Pontos positivos





A competição pôr sua natureza impõe aos atletas a usarem suas habilidades técnicas, tentando finalizar ou neutralizar as do seu adversário, o ponto é a superioridade técnica que os atletas conquistam durante a competição através de colocações e pontos negativos do adversário.





Colocações: (a ordem do Árbitro)





São posições conquistadas tecnicamente, e que se apresentam como as importantes em termos de estratégia de luta e finalização em golpes. Não havendo finalização, estas posições são assinaladas e convertidas em pontos através dos seguintes critérios:





a) Projeção: (quedas) É todo ou qualquer desequilíbrio do adversário, sendo este projetado ao solo de costas e lado, 2 pontos.Caso o atleta A der uma queda e o atleta B cair de joelhos e o atleta A dominar pelas costas é 2 pontos. Caso o atleta A derrube o atleta B que não seja de costas ou de lado, terá que mante-lo no solo, ou pelas costas por trás durante 3 segundos para ganhar os pontos da queda. Obs 1: Na luta em pé, será valida a queda do adversário para fora da área de luta, ou seja, na área de segurança, desde que o atleta que aplicou tenha começado a dinâmica do movimento com os dois pés dentro da área de luta. Tudo que acontecer em seguida não deve ser considerado pelo árbitro. Obs 2: Se o atleta estiver ajoelhado com uma das pernas em pé e sofrer uma queda, quem deu a queda receberá os 2 pontos desde que estivesse em pé no momento da queda. Caso o atleta esteja com os dois joelhos no solo e o que está em pé, derruba-lo e passar para o lado mantendo a posição, contará como vantagem.





b) Passagem de guarda: É quando o atleta estiver pôr cima do adversário, estando entre as pernas deste, preso ou não. Podendo, no entanto estar pôr cima de uma das pernas e sendo preso pela outra perna, ai consideramos a posição de meia guarda, a passagem de guarda, é quando o atleta pôr cima passa para o lado do adversário, ficando na posição transversal ou longitudinal, do tronco e mantendo-o dominado, segurando o braço, a cabeça ou mesmo o tronco do adversário, e este sem meio de sair deste domínio estando de lado ou de costas no solo. 3 pontos. OBS.: O atleta que estiver pôr baixo que não permitir este domínio, no decorrer da movimentação, emborcar, isto é, ficar de joelhos ou mesmo em pé, não será considerado passagem, e sim uma vantagem.





c) Joelho na barriga: É quando o atleta estiver pôr cima do lado e colocar o joelho na barriga do adversário que está pôr baixo, segurando o braço, a gola ou mesmo a faixa, dominando-o e a outra perna semiflexionada com o pé apoiado no solo. 2 pontos . Obs.: Se o atleta que estiver pôr baixo, não permitir a colocação do joelho na barriga e se o de cima também não estiver com o pé apoiado no solo, não será considerado ponto, e sim uma vantagem.





d) Montada: É quando o atleta estiver pôr cima e montar em seu adversário com os joelhos e pés no solo, podendo este estar de frente, de lado ou até mesmo de costas. A montada poderá estar pôr cima de um dos braços do adversário, mas nunca pôr cima dos dois braços, neste caso não será considerado montada. Poderá também ser considerado montada colocando um dos pés no solo e a outra perna ajoelhada. 4 pontos. Obs.: Não será computado ponto, quando os joelhos e os pés não estiverem no solo, e sim sobre a perna do adversário. Caso o atleta A der um triângulo na guarda no atleta B e cair montado no Triângulo é considerado raspagem e não montada.





e) Pegada pelas Costas: É quando o atleta pega seu adversário pelas costas, pegando pelo pescoço e os pés (calcanhares) apoiado pôr dentro das coxas do adversário, dominando sem permitir sair da posição. 4pontos. Obs.: Não será contado como ponto, se os dois calcanhares não estiverem pressionando a parte interna da coxa do adversário.





f) Raspagem: É quando o atleta estiver pôr baixo, com o adversário dentro de sua guarda (dentro das pernas) ou até mesmo meia guarda (prendendo uma das pernas do adversário com suas pernas) e consiga ir para cima do adversário, invertendo a posição, isto é, desequilibrando para o lado, para cima ou para trás. 2pontos. Obs.: Não será considerada raspagem todo o movimento de inversão (capotagem) sem que seja partindo (iniciado) de dentro da guarda ou meia guarda do atleta que está pôr baixo.





2o - Pontos Negativos: (penalidades)





São pontos que um atleta perde na 3o advertência de fuga; pôr impossibilitar propositadamente a luta (amarrar a luta); pôr imobilizar além de 30 segundos sem procurar finalizar a luta.





Imobilização: caso de imobilização clássica no sentido lateral, longitudinal sem iniciativa de finalização.





Assim que o Árbitro perceber que a imobilização foi consolidada e que o atleta não está procurando a finalização e somente se limita a segurar o adversário, o Árbitro começará a contagem de 30 segundos, avisando simultaneamente ao atleta. Decorrido este período, o Árbitro determina o reinicio da luta em pé e penaliza o atleta infrator com 2 pontos.

























V – VANTAGENS





É considerado vantagem quando o atleta não conseguir conquistar as posições fundamentais da luta como: Raspagem, Queda, etc.; e também, todas as iniciativas impostas ao seu adversário; tanto em pé como no chão:





Quando um dos atletas demonstra tanto na luta em pé como na luta de chão tentativa de golpes, colocações iniciativas técnicas, levando o oponente a uma situação de defesa, então caberá ao Árbitro, a decisão da luta a favor daquele atleta que superou em vantagem seu adversário, o qual mostrou evidência de domínio durante o combate.





Vantagem, no caso da luta em pé, será dada àquele atleta que procurar com maior ímpeto e virilidade e iniciativas de quedas ou de ataques de finalização durante a luta em pé.





Vantagem no caso de luta no chão, será dada aquele atleta que com maior ímpeto, virilidade e técnica procurar levar seu adversário à atitude de defesa.





Vantagem no caso da guarda dentro das pernas:





O que está pôr cima fará jus a esta vantagem se estiver em ofensiva, tentando dominar a guarda de seu adversário (passar), para que o Árbitro considere a vantagem o atleta que está pôr cima tem que chegar em posições de quase passagem, obrigando o adversário a gastar grande energia para repor a posição. Ex: (meia guarda, quase conseguir a imobilização, conseguir emborcar e manter a posição pôr 3 segundos, etc...).





O que está pôr baixo, fará jus a esta vantagem, se quase conseguir raspar, não conseguindo consolidar a raspagem, mas colocando o adversário em posição de perigo, também quando conseguir encaixar um golpe que leve perigo de finalização ao adversário. Obs. Para que a tentativa de raspagem possa valer como vantagem o atleta de baixo terá que abrir a perna tentando ir para cima do adversário.





Vantagem na queda:





Quando existe um desequilíbrio visível no qual o adversário quase completa a queda











IMPORTANTE





Não ganhará novos pontos o atleta que estando em posição de domínio, já tendo conseguido os pontos daquela posição, abandona voluntariamente a posição para conseguir novos pontos. Exemplos: Estando fazendo joelho na barriga gira para o outro lado, não marcará novos pontos.





A luta deve seguir uma condição crescente de desenvolvimento técnico, visando o domínio de um dos adversários, levando-o à desistência da luta, pôr aplicação de golpes de finalização.





Não será computado ponto a favor de um atleta que esteja aplicando um golpe, ou esteja em posição de contagem de ponto, mas que esteja preso a outro golpe dado pôr seu adversário. Somente ao se libertar do golpe é que a contagem será positiva. Exemplo: Um atleta montado no adversário, mas tem a cabeça presa em uma gravata. Os pontos da montada, somente serão contados quando ele se libertar da gravata.





Pré Mirim a Infanto Juvenil:





Nas categorias Pré Mirim, Mirim e Infantil, o Árbitro Central poderá interromper o combate quando perceber que um golpe está perfeitamente encaixado e na certeza que poderá expor o atleta a sérios danos físicos, interferindo parando a luta e dando vitória a quem aplicou o golpe – que o fez tomar esta atitude.





No caso do triângulo encaixado se o atleta ficar de pé retirando o oponente do chão o árbitro deverá se colocar de modo a proteger a coluna cervical do atleta que estiver sofrendo o ataque.





O Árbitro Central não permitirá nas categorias Pré Mirim ao Infanto Juvenil os seguintes golpes:





De 04 a 15 anos:





Bate Estaca.


Chave de Bíceps.


Mão de Vaca.


Triângulo Puxando a Cabeça.


Chave de Pé (qualquer tipo).


Chave de joelho, Leg-Lock.


Cervical.


Mata Leão de frente.


Manga Leão (Ezequiel).


Chave de Panturrilha





De 04 a 12 anos:





Omoplata.


Gravata Técnica de Frente.











Direção e decisão das lutas:





1) O Árbitro Central, autoridade máxima do combate, verificará no inicio da luta, o comprimento das unhas dos atletas, o estado do kimono que terá no mínimo 10 cm de folga em torno do braço do lutador, limpos e se o nó da faixa e da calça estão bem apertados.





2) O Árbitro se colocará no lugar demarcado de frente para a Mesa Diretora, e o primeiro atleta a ser chamado ocupar, o lugar à sua direita e receberá a faixa verde e amarela de identificação da arbitragem, o outro atleta ocupará a sua esquerda, ambos no local demarcado, e após as recomendações e cumprimento de praxe, ordenará o inicio da luta, erguendo o braço direito e dizendo "Combate".





3) Os lances técnicos das lutas, à ordem do Árbitro Central, serão anotados em placares ou papeletas próprias pelo anotador de acordo com os pontos correspondentes. Caso haja empate nos pontos ou vantagens determinados pelo Árbitro, ou não tendo havido pontos durante o combate, o anotador levantará as duas bandeiras, momento em que Árbitro Central, após analisar qual dos lutadores desempenhou maior performance, de acordo com o regulamento, jamais podendo fugir aos critérios do artigo 3o do item vantagem, dá a vitória ao atleta. Não haverá empate em hipótese alguma. Compete ao Árbitro Central determinar o vencedor da luta, sendo sua decisão soberana.





4) O anotador usará duas bandeirinhas sendo uma verde amarela (em desenho diagonal) e a outra branca.





5) O Árbitro é autoridade máxima e inquestionável dentro da área de combate, cabendo a ele unicamente o comando da luta e a possibilidade de desclassificação dos lutadores. A ninguém será dada a possibilidade de mudar a decisão do Árbitro.





6) As anotações nas papeletas serão de responsabilidade do anotador, não podendo quem quer que seja exceto o Árbitro Central, influir ou modificar as suas anotações. Após o resultado da luta somente o Árbitro poderá voltar atrás e modificar o resultado. Em casos especiais o Tribunal de Justiça Desportivo da CBJJ, poderá julgar e decidir no resultado, cumprindo os prazos legais.





7) Durante o transcorrer da luta, até que o anotador tenha levantado a bandeira é rigorosamente proibido a quem quer que seja, exceto o Árbitro, conversar com o anotador, o qual também não pode dirigir a palavra a outras pessoas exceto o Árbitro e este só poderá conversar com os lutadores, com o anotador e com a mesa Diretora.





Durante o combate o Árbitro Central, estará sempre dirigindo os lutadores para o centro da área de luta (ringue), caso perceba que os lutadores estão muito próximos à linha divisória conduzirá a luta para o centro, colocando uma mão em cada lutador e dizendo energicamente a palavra "PARE", os lutadores não poderão se mexer até que determine a continuação da luta. O mesmo ocorrerá quando os lutadores tenham até 2/3 (dois terços) do corpo para fora da área de luta. O Árbitro puxará os contendores para o meio, obedecendo à mesma posição em que estavam, caso o Árbitro tenha dificuldade de mover os atletas, o anotador, e somente ele, ajudará o Árbitro.





9) Todos aqueles que estiverem em função oficial na competição, como técnicos, professores, diretores, árbitros, anotadores, mesários e cronometristas, estarão sujeitos a punições caso resolvam dar instruções aos lutadores dentro da área demarcada de competição e no caso de reincidência caberá o Árbitro Central desclassificar o atleta competidor.





10) Quando um dos lutadores ou ambos saírem inteiramente para fora o Árbitro determinará o reinicio do combate no centro da área, erguendo o braço direito e dizendo vigorosamente "combate".





11) O Árbitro não permitirá a interferência de terceiros durante a luta, o médico, enfermeiro ou massagista, somente poderão dar assistência quando solicitados e autorizados pelo Árbitro.





12) Não será permitida a chave de joelho, que torça o joelho. (desclassificação imediata).





13) Bate Estaca (bater com o adversário no chão quando estiver na guarda) ou quando o atleta estiver sofrendo um ataque de finalização. Ex: (triângulo, chave de braço, estrangulamento, etc...), não será permitido (desclassificação imediata).





14) Quando o atleta tenta dar uma Baiana (queda que agarra nas pernas e leva o adversário para o chão) e o oponente senta dando uma raspagem e é bem sucedido nesta raspagem, é ele que recebe os pontos, não sendo computado os pontos da Baiana.





15) Caso o atleta esteja passando a guarda, e o mesmo tente uma chave de pé, não conseguindo concluir e o adversário vem para cima, recebe uma vantagem àquele que veio para cima e quem aplicou a chave de pé se o golpe estiver encaixado com real perigo de finalização, caso contrário, só receberá a vantagem aquele que veio para cima.





16) Se o atleta estiver ajoelhado com uma das pernas em pé e sofrer uma queda, quem deu a queda receberá os 2 pontos. Caso o atleta esteja com os dois joelhos no solo e o que está em pé, derruba-lo e passar para o lado mantendo a posição, contará como vantagem.





17) Quando o atleta é raspado e vira de costas para o que raspou não consolidar a posição, mais o que raspou consegue segura-lo indo para cima e se mantendo nas costas mesmo sem os ganchos, caracteriza a raspagem.





18) Quando um dos atletas consegue dar uma queda no outro, e caindo ao solo o que foi projetado pela queda consegue rolar e ir para cima. Conta os dois pontos de quem deu a queda e vantagem para o que foi para cima. Desde que o que deu a queda não caia na guarda, que contará como raspagem e valerá 2 pontos.





19) IMPORTANTE: Tudo e qualquer situação que possa acontecer que não estiver especificado neste manual de regras ficará a critério a decisão por conta do Árbitro central.





20) OBS: O Leg Lock, Mata Leão no pé, Chave de bíceps e Chave de panturrilha, só serão permitidas nas faixas Marrom e Preta.





21) Mão de Vaca só poderá ser usada a partir da categoria adulto.





22) A chave de cervical pelo risco que oferece, não vale para nenhuma categoria, com exceção para os estrangulamentos nas categorias juvenil e adulto.





23) Se o atleta partir da guarda para a posição em pé derrubando o adversário será considerado raspagem, portanto o atleta deverá estabilizar a posição por cima para ganhar os 2 pontos.





24) Atleta menor de idade no caso Juvenil, só será permito participar do absoluto quando for acima do peso Médio.





25) Não será permitido uso de sapatilhas, protetores de orelhas nem outros protetores que possam prejudicar o bom andamento das lutas.





26) Não será permitido o uso de quimono de cor diferente, isto é, calça e paletó de cores iguas, todo azul ou todo branco e este deverá estar limpo e de forma apresentavel, não podendo competir com quimono rasgado.





27) O atleta não poderá pintar o cabelo com spray, caso isto aconteça e o árbitro veja, será desclassificado o referido tleta.





28) No caso dos dois atletas se acidentarem durante a luta final e ambos não tiverem condições de voltar, o resultado final será.


a) se existir pontos ou vantagems já confirmadas no placar, prevalecem estas pontuações


b) não existindo ponto ou vantagem confirmada no placar será atravez de sorteio





29) Quando os dois atletas sairem da posição do chão ou em qualquer situação, se os dois levantarem o julgamento passa a ser igual ao da luta em pé.














NOVO SISTEMA DE GRADUAÇÃO





| Regimento de graduação da CBJJ |





Por enquanto, só haverá exame de faixa para faixa-preta professor, para as demais faixas será necessário o documento de filiação assinado pelo professor e o tempo mínimo de carência. (Em breve os exames se estenderão para as faixas preta (atleta) e marrom)








Até infanto-juvenil e juvenil faixa-azul o professor gradua conforme seu método.





De adulto em diante, o professor terá que seguir uma regra estipulada pela CBJJ. Exemplo: A CBJJ está dando um prazo para que todos se cadastrem nas suas respectivas faixas, após o cadastro haverá um tempo mínimo em cada faixa para o atleta poder mudar para uma faixa mais graduada


- Azul para Roxa- 2 anos contados do dia do seu cadastro como faixa Azul.


- Roxa para marrom- 1 ano e meio contado do dia do seu cadastro como faixa Roxa.


- Marrom para preta- 1 ano e meio contado do dia do seu cadastro como faixa Marrom.





O tempo que o atleta vai levar para ser graduado, fica a critério de cada professor, deve ser respeitada apenas a carência mínima em cada faixa.


Exemplo:


O atleta pode ficar na faixa azul por 4 anos e não passar pra roxa se o professor achar que ele não está apto, porém, mesmo que o atleta se destaque na faixa azul, ele não poderá passar pra faixa roxa enquanto não completar 2 anos de azul.











Casos especiais:





Atletas que não tenham cadastro anterior, já tenham cumprido o tempo mínimo na faixa antes de se cadastrar e não tenham sido graduados pelo professor não precisarão cumprir a carência.


Essas exceções serão abertas até o ano de 2003.


Exemplo:


No ato do registro, um atleta faixa roxa que já tenha 1 ano de faixa, não terá que esperar mais 1 ano e meio para mudar, nesse caso, ele poderá no ano que vem fazer o registro de faixa marrom, mas após isso terá que cumprir o tempo previsto para mudar para a outra faixa. Caso o atleta não tenha se registrado até o prazo determinado, nada disso poderá ser feito e ele terá que cumprir o prazo integral de cada faixa.





A partir de 2004, para trocar de faixa, os atletas deverão estar com a carência cumprida na faixa anterior, por isso é importante que todos os atletas façam sua filiação este ano, para que nos próximos anos, o atleta tenha junto à CBJJ a comprovação de seu tempo em cada faixa.





Caso os atletas das faixas azul, roxa, marrom e preta não se cadastrem esse ano dentro do prazo, quando forem se cadastrar nos próximos anos, terão que prestar exame.











REGIMENTO DE GRADUAÇÃO DA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE JIU-JITSU





Art.1º. O presente regimento visa disciplinar, fixar diretrizes, estabelecer normas e, especialmente, regulamentar o parágrafo único do art.5º e o parágrafo único do Art.8º do Estatuto Social da Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu.





CAPÍTULO PRIMEIRO


Das normas de graduação de faixa





Art.2º. As faixas reconhecidas pela CBJJ seguem a seguinte ordem:


- Branca


- Amarela


- Laranja


- Verde


- Azul


- Roxa


- Marrom


- Preta


- Vermelha





Parágrafo primeiro: As faixas amarela, laranja e verde são destinadas a atletas até 15 (quinze) anos de idade.





Parágrafo segundo: A faixa azul é destinada a atletas com idade de 16 (dezesseis) anos completos ou mais.





Parágrafo terceiro: A faixa preta é dividida em professor e atleta, sendo certo que somente estará apto a ministrar aulas quem for devidamente credenciado pela CBJJ, na forma do presente regimento.





Parágrafo quarto: A faixa preta é subdivida, ainda, em seis diferentes graus, que serão concedidos exclusivamente pela CBJJ, mediante o seguinte critério:





O atleta somente estará apto a ser submetido ao exame de faixa preta com 18 (dezoito) anos completos;


O atleta somente estará apto a ser submetido ao exame de faixa preta – professor com 21 (vinte e um) anos completos.





O faixa preta que for exclusivamente atleta, em plena atividade e tendo, nos últimos 36 (trinta e seis) meses, disputado todos os Campeonatos Brasileiros de Jiu-Jitsu organizados pela CBJJ, poderá requerer o primeiro grau de faixa preta.





Até o 3° grau será observado o mesmo critério, sendo de 36 (trinta e seis) meses o período mínimo de permanência em cada graduação.





O faixa preta – atleta poderá alcançar a graduação de 3º grau.





O faixa preta – professor poderá alcançar a graduação de 6º grau; O faixa preta – professor poderá requerer o 4º, 5º e 6º graus, após comprovar o exercício do magistério pelo período de 5 (cinco) anos em cada grau a partir do 3° grau e que a sua academia, no mesmo lapso de tempo, tenha disputado todas as competições organizadas pela CBJJ, em território brasileiro.





A faixa vermelha e preta será concedida ao faixa preta – professor que tenha exercido o magistério por 31 (trinta e um) anos.





O faixa vermelha e preta que exercer o magistério por 38 (trinta e oito) anos terá ireito a receber o oitavo grau.





A faixa vermelha será concedida ao faixa vermelha e preta que tenha exercido o magistério por 48 (quarenta e oito) anos.





A faixa vermelha de décimo grau é conferida apenas aos pioneiros do Jiu-Jitsu, i.é., Carlos, Oswaldo, George, Gastão e Hélio Gracie, conhecidos como irmãos Gracie.





Art.3º. O exame de faixa será obrigatório para a graduação de faixas marrom e preta.





Art.4º. O exame será realizado por comissão nomeada pelas entidades estaduais escolhidas pelo Presidente e pelo Conselho deliberativo da CBJJ.





Parágrafo único: As comissões referidas no caput deverão, necessariamente, ser composta por pelo menos um delegado nomeado pela CBJJ.





Art.5º. Somente a CBJJ, ou Federações autorizadas, poderão outorgar diploma de faixas marrom e preta, após a aprovação do candidato pela comissão examinadora.





Art.6º. As regras do exame de faixa serão editadas anualmente pela CBJJ.

















Pontuação





Queda





2 pontos. Todo inicio de luta, os adversários iniciam em pé e o que conseguir derrubar o outro marca os pontos.











Passagem de guarda





3 pontos. Quando você está ajoelhado entre as pernas do adversário (que está com as costas no chão), você está na guarda dele. Se conseguir sair da guarda e ficar em posição lateral de imobilização, o ponto é seu.











Raspagem





2 pontos. É quando você está por baixo, e consegue ir para cima, botando o oponente para baixo.











Joelho na barriga





2 pontos. No momento que você está imobilizando o oponente e estando com dificuldades de montar ou trocar de posição, poderá colocar o joelho na barriga do adversário para que ele lhe de chances de montar, dar arm-lock, e etc.











Montada





4 pontos. Quando o oponente está totalmente com as costas no chão e você em cima da barriga dele, com os dois joelhos no chão, isso se chama montada.











Pegada pelas costas





4 pontos. Se você pegar o adversário por trás, e conseguir botar os ganchos (seu pé vai na coxa dele), ganha 4 pontos.











Finalização





Acaba a luta Quando é encaixado um golpe e o oponente não consegue sair de maneira nenhuma, e o fim da luta pois a saída dele é bater com a mão ou com pé 3 vezes no tatame ou até gritar caso estejá completamente imobilizado.








Defesa Pessoal





A técnica de defesa pessoal vinda do Jiu-Jitsu é, sem dúvida, a melhor. O aluno aprenderá a defender-se de golpes inesperados e situações traumáticas, bem como aprenderá a imobilizar o eventual agressor sem machucar-se e sem machucá-lo.


Frise-se que o aluno será mais autoconfiante e equilibrado. A tensão do dia a dia diminuirá ao passo que ele estiver se sentindo mais seguro, visto que ele será sua própria arma.











Escolas: Jiu Jitsu é ensinado em todo o mundo, geralmente na forma de Judô. Muitos soldados americanos residentes no Japão após a II Guerra Mundial aprenderam a arte e ajudaram a popularizar-lo nos Estados Unidos, e senseis japoneses ainda estão difundindo o conhecimento desta arte por todo o mundo.





Membros: Qualquer pessoa pode tomar aulas. Judô é um esporte popular no Japão e nos EUA, e, muitas vezes, é ensinado como uma técnica de auto-defesa.





Conceitos: Femme fatales, esportistas, policiais.





Chi Inicial: 3





Força de Vontade Inicial: 4





Lema: "Quanto maior o tamanho, maior será o tombo."


Requisitos do Jiu Jitsu





Profissionais do Jiu Jitsu são obrigados a ter um mínimo de 2 pontos em Apresamento e Esportes, mas têm automaticamente Breakfall e Throw, sem custo algum.








Manobras Especiais








Soco





Ear Pop (2).





Chute





Foot Sweep (1), Spinning Foot Sweep (1).





Bloqueio





Deflecting Punch (1), Maka Wara (4), San He (3), Missile Reflection (1), Energy Reflection (3).





Esportes





Breakfall (grátis), Kippup (1).





Apresamento





Air Throw (2), Back Breaker (2), Back Roll Throw (1), Dislocate Limb (3), Falling Sky (2), Hair Throw (2), Improved Pin (2), Neck Choke (1), Pin (2), Stomach Pump (3), Suplex (1), Thigh Press (3), Grappling Defense (2), Throw (grátis), Counter Grapple (2).





Foco





Chi Kun Healing (4), Toughskin (3), Zen no Mind (3).
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